Qual o argumento que sustenta a tese de que a embalagem é uma forma de conquistar o consumidor?

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D8 (3ª Série - Ens. Médio - L.P - BLOG Do Prof. Warles)

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e americanos a seus produtores – US$ 11 bilhões por ano e que devem chegar US$ 25 bilhões até 2015. [...] É uma vitória da postura brasileira de defesa incessante da cana como energia alternativa. Revista da semana, n. 28, 24 jul. 2008, p. 34. 19) D15 Sobre o etanol da cana-de-açúcar a tese defendida pelo articulista é que (A) o nosso etanol reduz em até 80% as emissões de gases. (B) o etanol americano reduz apenas 30% das emissões. (C) o etanol da cana-de-açúcar brasileira é melhor que todos os outros. (D) o Brasil defende a cana-de-açúcar como energia alternativa. (E) os Estados Unidos subsidiam em muito os produtores. Leia o texto que segue. Amor à primeira vista Papel, plástico, alumínio. Modernas embalagens industrializadas são essencialmente confeccionadas com essas três matérias-primas. Mas o resultado está longe de ser monótono. Desde que os especialistas em vendas descobriram que a embalagem é um dos primeiros fatores que influenciam a escolha do consumidor, ela passou a ser estudada com mais atenção. Atualmente, estampa cores fortes, letras garrafais e formatos curiosos na tentativa de chamar a atenção nas prateleiras dos supermercados. Produtos infantis, por exemplo, apelam para desenhos animados ou super-heróis da moda para derrubar a concorrência. Provavelmente é o caso do achocolatado que você toma de manhã, do queijinho suíço do meio da tarde e até mesmo da sopinha da noite. Essas embalagens despertam o interesse dos consumidores muitas vezes, eles levam o produto para casa mais porque gostaram de sua roupagem do que pelo fato de apreciarem o conteúdo. [...] 20) D16 Um argumento que sustenta a tese de que “a embalagem agora é uma forma de conquistar o consumidor” é que: (A) a embalagem passou a ser mais bem cuidada. (B) a embalagem tem formatos muito curiosos. (C) a embalagem objetiva vestir bem os produtos. (D) os produtos infantis trazem os super-heróis. (E) os consumidores são atraídos pela embalagem. Leia o texto e responda 21) D22 A ironia do texto está no fato de (A) o homem desrespeitar a natureza. (B) o homem mandar cortar as árvores. (C) o papel ser feito a partir da celulose das árvores. (D) o homem mandar cortar as árvores para fazer o código florestal. (E) o empregado com a serra olhar de modo estranho para o outro homem. Leia o texto e responda as questões 22, 23 e 24. SÃO BERNARDO [fragmento] Nove horas no relógio da sacristia. O Nordeste começou a soprar, e a porta bateu com fúria. Mergulhei os dedos nos cabelos. − Que estás fazendo, peste? O cabrito fugiu. Nem sei quanto tempo estive ali, em pé. A minha raiva se transformava em angústia, a angústia se transformava em cansaço. − Para quem era a carta? E olhava alternadamente Madalena e os santos do oratório. Os santos não sabiam, Madalena não quis responder. O que me espantava era a tranquilidade que havia no rosto dela. Eu tinha chegado fervendo, projetando matá-la. Podia viver com a autora de semelhante maroteira? À medida, porém, que as horas se passavam, sentia-me cair num estado de perplexidade e covardia. As imagens de gesso não se importavam com a minha aflição. E Madalena tinha quase a impassibilidade delas. Por que estaria assim tão calma? Afirmei a mim mesmo que matá-la era ação justa. Para que deixar viva mulher tão cheia de culpa? Quando ela morresse, eu lhe perdoaria os defeitos. As minhas mãos contraíam-se, moviam-se para ela, mas agora as contrações eram fracas e espaçadas. − Fale, exclamei com voz mal segura. − Para quê? − Há uma carta. Eu preciso saber, compreende? Meti a mão no bolso e apresentei-lhe a folha, já amarrotada e suja. Madalena estendeu-a sobre a mesa, examinou-a, afastou-a para um lado. − Então? − Já li. A vela acabou-se. Acendi outra e fiquei com o fósforo entre os dedos até queimar-me. − Diga alguma coisa. Pareceu-me que havia ali um equívoco e que, se Madalena quisesse, tudo se esclareceria. O coração dava-me coices desesperados, desejei doidamente convencer-me da inocência dela. − Para quê? Murmurou Madalena. Há três anos vivemos uma vida horrível. Quando procuramos entender-nos, já temos a certeza de que acabamos brigando. − Mas a carta? Madalena apanhou o papel, dobrou-o e entregou-me: − O resto está no escritório, na minha banca. Provavelmente esta folha voou para o jardim quando eu escrevia. − A quem? − Você verá. Está em cima da banca. Não é caso para barulho. Você verá. − Bem. Respirei. Que fadiga! − Você me perdoa os desgostos que lhe dei, Paulo? − Julgo que tive as minhas razões. − Não se trata disso. Perdoa? Rosnei um monossílabo. − O que estragou tudo foi esse ciúme, Paulo. RAMOS, Graciliano. São Bernardo. 12.ed. São Paulo, Martins, 1970. p. 218-9. Nordeste: vento que sopra desse ponto. Maroteira: velhacaria, malandrice, patifaria. Perplexidade: qualidade ou estado de quem está admirado, espantado, atônito. Impassibilidade: qualidade de impassível, indiferente à dor ou à alegria. 22) D11 Que fato deu início ao enredo desse fragmento? (A) A carta que Madalena estava escrevendo. (B) O relógio da sacristia ter marcado nove horas. (C) O vento Nordeste começar a soprar. (D) A porta ter batido com força. (E) O cabrito ter fugido 23) O narrador do texto é do tipo personagem; sua narrativa é em 1ª pessoa e fortemente marcada pela subjetividade, pela emoção. Essas características são melhor exemplificadas pela alternativa (A) “Nove horas no relógio da sacristia.”. (B) “Madalena estendeu-a sobre a mesa, [...].”. (C) “E olhava alternadamente Madalena e os santos do oratório.”. (D) “O coração dava-me coices desesperados, [...].”. (E) “E Madalena tinha quase a impassibilidade delas.”. 24) D18 Em “...afastou-a para um lado.”, o termo “a”, que aparece complementando o verbo, refere-se a (A) ela. (B) carta. (C) folha. (D) mulher. (E) Madalena. Nhola dos Anjos e a cheia do Corumbá Bernardo Élis – Fio, fais um zóio de boi lá fora pra nóis. O menino saiu do rancho com um baixeiro na cabeça, e no terreiro, debaixo da chuva miúda e continuada, enfincou o calcanhar na lama, rodou sobre ele o pé, riscando com o dedão uma circunferência no chão mole – outra e mais outra. Três círculos entrelaçados, cujos centros formavam um triângulo equilátero. Isto era simpatia para fazer estiar. E o menino voltou: – Pronto, vó. – O rio já encheu mais? – perguntou ela. – Chi, tá um mar d’água! Qué vê, espia, – e apontou com o dedo para fora do rancho. A velha foi até a porta e lançou a vista. Para todo lado havia água. Somente para o sul, para a várzea, é que estava mais enxuto, pois o braço do rio aí era pequeno. A velha voltou para dentro, arrastando-se pelo chão, feito um cachorro, cadela, aliás: era entrevada. Havia vinte anos apanhara um “ar de estupor” e desde então nunca mais se valera das pernas, que murcharam e se estorceram. Começou a escurecer nevroticamente. Uma noite que vinha vagarosamente, irremediavelmente, como o progresso de uma doença fatal. O Quelemente, filho da velha, entrou. Estava ensopadinho da silva. Dependurou numa forquilha a caroça, – que é a maneira mais analfabeta de se esconder da chuva, – tirou a camisa molhada do corpo e se agachou na beira da fornalha. – Mãe, o vau tá que tá sumino a gente. Este ano mesmo, se Deus ajudá, nóis se muda. Onde ele se agachou, estava agora uma lagoa, da água escorrida da calça de algodão grosso. A velha trouxe-lhe um prato de folha e ele começou a tirar, com a colher de pau, o feijão quente da panela de barro. Era um feijão brancacento, cascudo, cozido sem gordura. Derrubou farinha de mandioca em cima, mexeu e pôs-se a fazer grandes capitães com a mão, com que entrouxava a bocarra. Agora a gente só ouvia o ronco do rio lá embaixo – ronco confuso, rouco, ora mais forte, ora mais fraco, como se fosse um zunzum subterrâneo. A calça de algodão cru do roceiro fumegava ante o calor da fornalha, como se pegasse fogo. Já tinha pra mais de oitenta anos que os dos Anjos moravam ali na foz do Capivari no Corumbá. O rancho se erguia num morrote a cavaleiro de terrenos baixos e paludosos.

Que sustenta a tese de que a embalagem agora é uma forma de conquistar o consumidor e que?

07) Um argumento que sustenta a tese de que “a embalagem agora é uma forma de conquistar o consumidor” é que: A) a embalagem passou a ser mais bem cuidada.

Qual é o argumento que sustenta a tese?

Explicação. No argumento por exemplificação, o argumentador baseia a tese ou conclusão [C] em exemplos representativos [D], os quais, por si sós, já são suficientes para justificá-la [J].

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